MAGNUS INVENTIO IN BRASILIA

O 52º Grão-Mestre D. Albino Neves percorreu o Caminho Templário do Graal, no Brasil, ao lado de 6 Irmãos da OSMTH Magnum Magisterium.

O 52º Grão-Mestre da OSMTH Magnum Magisterium S.A.E. Dom Albino Neves, percorreu ao lado dos irmãos pesquisadores Cavaleiro Rafael Moysés, do Oficial e Comendador Dr. Jorge Rodrigues e dos Irmãos da Comendadoria Espiritual Cavaleiros de Enoque, situada em Criciúma, Santa Catarina, Frates Maximiliano Terra Prestes, Gledson Jeremias e Ricardo Apolinário, e da Dama Templária Marcela Lopes, o “Caminho Templário do Graal”, de carro, no dia 8 de janeiro de 2022, tendo os pesquisadores mostrado ao longo do percurso muito de suas descobertas e apresentando toda a rota levantada por eles, partindo do município de Laguna SC, onde está situado o Marco do Tratado de Tordesilhas firmado entre Portugal e Espanha em 1494 e onde se inicia o “Caminho Templário do Graal”.

Templários no Marco do Tratado de Tordesilhas.

Ao todo foram percorridos mais de 200 km, passando por importantes locais, onde os Irmãos Templários estiveram há sete séculos, entre eles destacam-se a Pedra do Frade, um monolítico situado à beira-mar e que servia de referência para o que os Templários vindos da Europa no século XIII aportassem no sul do Brasil, conhecido na época como Porto de Santa Catarina, trazendo consigo, segundo levantaram os pesquisadores, diversas relíquias, e junto delas o que existia de mais sagrado na Ordem, a fim de evitar que o Rei da França, Felipe o “Belo”, por ocasião da tragédia da Ordem do Templo, delas se apossasse. O que se sabe é que as Naus teriam partido do porto de La Rochelle, na França em direção ao ainda não revelado novo continente.

Monolítico Pedra do Frade.

Inúmeros símbolos (pistas) foram deixados pelos Cavaleiros Templários em sua passagem no Brasil, entre eles citamos a própria “Pedra do Frade”, o “Elmo” que se encontra posto na cachoeira do Avencal, em Urubici, as “Três Cruzes” junto com o “Tridente”, na Cachoeira dos Pilões, próximo a Lagoa de Imaruí, o “Menir”, (bloco de pedra longa, no caso de arenito em formato de obelisco), a “Casa de Pedra”, a qual é conhecida na Europa como a “Catedral”; na Serra do Corvo Branco em que se encontra um mapa em pedra indicando o caminho da “Pedra Furada”; no Morro da Igreja, direção onde estaria localizado o símbolo do cálice do Santo Graal, situado na região do Morro da Igreja em Urubici, SC.

Marca do Graal, Cruz Templária e Elmo Templário esculpido na rocha.

O Dr. Gustavo Feier, outro Templário pesquisador do grupo, juntamente com o Comendador Dr. Jorge Rodrigues, utilizaram ângulos retos partindo da Pedra do Frade, fazendo uso das linhas geográficas e ferramentas de geolocalização, buscando saber onde as linhas chegariam. Descobriu-se que uma delas vai em direção ao povoado de São Miguel Arcanjo, uma antiga redução (missão) jesuítica, que foi um dos Sete Povos das Missões no Estado do Rio Grande do Sul; a outra linha traçada, passa próximo às inscrições rupestres em Urubici, Santa Catarina, e termina na região de Machu Picchu nos andes Peruanos, passando por Paraguai e Bolívia, onde se localiza a maior mina de prata do mundo, “Potosí”; por fim, a terceira linha traçada, e que mais surpreendeu o pesquisador, termina no cume da Charola existente do Castelo Templário de Tomar, em Portugal, considerado o maior e mais importante acervo Templário do mundo.

Marcas no topo do monolítico, para geolocalização.

No século XIII, os Cavaleiros Templários já tinham informações sobre a prata existente no novo mundo, inclusive sabiam de pegadas impressas em pedras que marcam a passagem de São Tomé pela Pedra do Frade, passando por Urubici e chegando ao Lago Titicaca, que faz fronteira entre Peru e Bolívia. Em Tiauanaco, um sítio arqueológico pré-colombiano no oeste da Bolívia e perto do lago Titicaca, existe uma estátua semelhante a Pedra do Frade, conhecida como Deus Viracocha; estátua semelhante pode ser encontrada em Notre Dame de Amiens, França, com extrema similaridade a São Tomé, tudo indicando a passagem de São Tomé, o evangelista, pela América do Sul, sendo que ele era conhecido pelos indígenas do Brasil, Bolívia e Peru como Sumé ou Shumé. Importante destacar que o caminho de São Tomé ou Sumé, sempre era marcado por pegadas incrustadas em pedra, como que indicando o caminho de sua peregrinação. Levantamentos mostraram que existem fortes indícios de que as naus Templárias vindas da Europa no século XIII teriam entrado no Brasil para guardar os tesouros Templários através da Lagoa de Imaruí, Santa Catarina, local já conhecido por eles através dos mapas náuticos que possuíam. Tais mapas, depois da traição do rei da França em 1307, e da bula papal Vox Clamantis expedida pelo Papa Clemente V, que determinou a “extinção” da Ordem, foram parar nas mãos da Ordem de Cristo, criada em Tomar, Portugal, a qual continuou o trabalho Templário, graças ao rei de Portugal Dom Dinis.

Viracoxa, Rei D. Dinis, Templários na Pedra do Frade.

Em 1417 o Infante Dom Henrique, outro Português que é reconhecidamente um Templário e que pertencia à Ordem de Cristo, criou a Escola de Sagres, responsável pelas grandes descobertas de Portugal, inclusive a descoberta do Brasil, em 1500, pelo Cavaleiro de Cristo (Templário), Pedro Alvares Cabral. Sabedor de que os objetos sagrados como o Cálice do Santo Graal, os pedaços da Cruz de Cristo, a Lança de Longino ou Lança do Destino, entre outros, davam poderes especiais a quem os possuísse, que essas relíquias teriam sido guardadas pelos Cavaleiros Templários, e que segundo o serviço informação do III Reich os Templários conheciam a rota que os traria ao Brasil antes mesmo do descobrimento, e que eles teriam chegado ao Brasil entrando com suas naus na Lagoa de Imaruí, Adolf Hitler, depois de simular seu suicídio, teria vindo pessoalmente em um submarino em busca dos tesouros Templários escondidos no Brasil, tendo entrado na Lagoa de Imaruí e deixado o Fuhrer protegido por dezenas de soldados da elite do III Reich ali, tendo o submarino voltado ao mar e após sido abatido pelos EUA .


Os pesquisadores fazem parte do Gran Priorato Templário do Brasil, Cavalaria Espiritual São João Batista, diante de inúmeros sinais e documentos informativos adquiridos no Brasil e exterior, descobriram na área militar de Urubici, localizada na Pedra Furada, no Morro da Igreja, esculpido na pedra a marca do Santo Graal, onde se encerra o Caminho Templários do Graal, local que só pode ser visitado com autorização expressa e acompanhado de condutor devidamente credenciados pelo ICMBIO. O Caminho Templários do Graal tem início no nível do mar e termina a 1.820 metros de altitude, onde se encontra a Pedra Furada, ponto mais alto habitado no Brasil. Ao longo do Caminho os Cavaleiros e a Dama Templária passaram por locais marcados por importantes passagens históricas, rara beleza e exuberante natureza. O pesquisador Dr. Jorge Rodrigues informou ao Grão-Mestre que em 2019 o Prior do Sul do Brasil, oficial Sideni Moratelli, esteve acompanhado do Chanceler oficial Rui Lourenço em áreas onde os pesquisadores encontram alguns dos achados Templários. Ao término da expedição o Grão-Mestre Dom Albino Neves parabenizou os pesquisadores e irmãos da Comendadoria da Cavalaria Espiritual de Enoch, Criciúma, Santa Catarina, bem como o Prior, do Sul do Brasil, oficial Sideni Moratelli e o Gran Prior do Brasil, grande oficial Fernando Bacellar; os primeiros, pelo trabalho de pesquisa realizado com tanto amor, carinho, determinação e dedicação; os segundos, por apoiarem e incentivarem aqueles que estão sob seus comandos Templários. Apesar de não poder acompanhar o grupo durante essa jornada, o pesquisador e Cavaleiro Templário Eduardo Sobonia esteve reunido na mesma noite na residência do Cavaleiro e pesquisador Rafael Moysés com todos que participaram da expedição, sendo abraçado pelo Grão-Mestre e demais Irmãos, que enalteceram o trabalho realizado por ele dentro do grupo.

Serra do Corvo e Igreja de Nossa Senhora.

O Grão-Mestre também exaltou a dedicação e o trabalho realizado pelo pesquisador Templário Dr. Gustavo Feier e parabenizou-o pela grande descoberta que muito tem fortalecido as pesquisas. Apesar dos pesquisadores terem começado as pesquisas há cerca de 30 anos, eles relataram que apenas em 2007 foram descobertos os primeiros indícios da presença dos Templários na região no século XIII, e que eles muito avançaram desde então.

O Grupo já está providenciando a sinalização do Caminho Templário do Graal e espera realizar a abertura do mesmo para ser percorrido por pesquisadores e pelo público em geral até o final deste ano de 2022 e anunciou que até lá irão fazer novas revelações.

Tratado de Tordesilhas e o Marco no Brasil.



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